CONCESSÕES RODOVIÁRIAS: QUEM FAZ O BRASIL ANDAR, PRECISA SEGUIR EM FRENTE

Um sistema que melhorou e mantém em condições adequadas para o transporte 20 mil quilômetros das principais rodovias do Brasil, empregando 47 mil pessoas e com mais de R$ 180 bilhões de investimentos realizados ao longo de duas décadas pode ser considerado um sucesso.
É assim que a ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) apresenta o sistema de concessões rodoviárias brasileiras, um dos mais avançados do planeta, garantindo qualidade, custos eficientes e segurança para o transporte de pessoas e mercadorias no país.

 

Mas nos últimos anos, esse sistema vem enfrentando dificuldades, o que tem reduzido os investimentos necessários para que o transporte por rodovias, por onde passam a maior parte das cargas e grande maioria dos passageiros, possa atingir a qualidade desejada pelos usuários.
Por isso, a ABCR reuniu um grupo de experts no setor para produzir propostas que possam levar o país a um maior desenvolvimento do setor rodoviário. “Novos Caminhos para Concessões de Rodovias no Brasil” apresenta um diagnóstico sobre os problemas mais urgentes a serem solucionados e ideias a a serem implantadas para tornar o sistema de concessões rodoviárias mais eficiente, transparente e de melhor custo para usuários e empresas.
O documento completo, que pode ser obtido neste link, lembra que os investimentos em infraestrutura são determinantes para o crescimento de uma nação mas que, no Brasil, eles têm sido abaixo do necessário há algumas décadas, o que mantém a maior parte de nossas estradas em nível inadequado.
Os caminhos para que as obras, e consequentemente os empregos e a maior eficiência de transporte, voltem ao setor passam por um melhor planejamento e governança do setor público, para que os contratos de longo prazo tenham a segurança necessária para garantir investimentos.
“O Brasil precisa voltar a crescer urgente e de forma sustentável. Para isso, o programa de concessão de rodovias deve ser uma prioridade nacional”, diz o presidente-executivo da ABCR, César Borges.
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